nós não queremos barrar suas aulas, elas são nossas também.
nós não queremos atrapalhar seu enem, muitos de nós já fizeram ou farão.
nós não queremos destruir sua escola ou campus, também estudamos aqui.
o que nós queremos é garantir que amanhã teremos uma educação de qualidade, bem melhor do que é hoje. que teremos investimento para nossa formação e de tantos outros que ainda virão. que vocês, que estão fazendo ou ainda farão o enem vão poder contar com vagas em uma federal ou bolsas em particulares. e que no futuro, nós teremos empregos. teremos saúde e educação de qualidade. teremos cidadãos que pensam e tem a capacidade de criticar o que o governo e a mídia nos dizem. queremos garantir o nosso (o meu e o seu) futuro.
e você, quer o que? vem conhecer a gente. somos jovens ocupantes em qualquer lugar perto de você.
caros colegas,
Eu ainda te amo, só não gosto mais de você. Nunca pensei que chegaria há esse ponto, que estaria lutando para te esquecer, mas a vida nos surpreende e infelizmente não é como queremos. Eu sou diferente, não gosto de meio termo, de esperar, comigo não tem talvez ou não sei. Não me faça esperar por algo que já tive e que poderia muito bem ter agora, mas isso depende de você e bom, é uma espera sem fim e para animar a dor só aumenta. Peguei raiva dessa espera, passei a sentir raiva de como está agindo, nem tudo que vai, volta. E para meu coração, não tem mais jeito. Você se foi mais uma vez e eu não sei se vou estar aqui quando, se um dia, decidir voltar. Eu ainda te amo, só que me fez desistir de você.
Você ainda gosta de amarelo? De dormir e acordar cedo? Ainda gosta de Nando Reis e ainda escuta O teatro mágico? Você ainda ri de tudo? Ainda desenha bem? Ainda lê um livro as vezes? Ainda passa noites sem sonhar? Ainda gosta de viajar? Ainda sente saudades? Ou melhor, ainda sente saudades de mim? Você ainda chora no colo da sua mãe? Ainda anota frases do tumblr? Ainda guarda os textos que te escrevi? (guarde mais esse)
Você ainda se lembra de como era automático olhar nos meus olhos e sorrir? Ainda lembra das músicas? Dos livros? Dos planos? Ainda lembra da minha mão na sua? Lembra das formigas? Das pessoas que olhavam? Lembra do nosso medo? Dos nossos beijos à luz do sol? Dos beijos na escada? Lembra dos passos na calçada? Lembra do ciúmes? Do machismo? Das intrigas? Lembra como nada disso abalava a gente? Lembra das lágrimas? Da minha indecisão? Eu lembro. Lembro de como sofri. Do quanto chorei. Lembro que me cortei. Bebi. Dancei. Liguei à cobrar. Liguei outra vez pra escutar sua voz. Desliguei. Lembro que te odiei. Que implorei. Me lembro de não saber mais de nada. Sua vida. Seu dia. Seu humor. Nada. Lembro do quanto me doía não ter ninguém pra conversar. Me lembro do quanto mudei. Do quão fria fiquei. Me lembro dos casos que tive. E me lembro que nenhum, até hoje, me fez te esquecer. Me lembro do quanto escrevi. Linhas, versos, textos… Aos 16 anos todo mundo é poeta. Mas e aos 17? Aos 18? E quando eu me formar? Envelhecer? Me lembro de ter colocado na minha cabeça que tudo passa. E me lembro de não acreditar que você passaria. Me lembro de dizer que te esqueci. De dizer que mudei. Me lembro de te culpar. E jurei, jurei que nunca mais falaria contigo. Mas me lembro de ter deixado as juras de lado quando um “ooooooii” vinha de você. Me lembro que relia cada frase minha antes de enviar. Me lembro que minhas mãos soavam e meu coração disparava, mas poxa, era só uma mensagem. Me lembro que logo depois vinham decepções de quem espera demais. E eu esperei. E chorei. Depois eu dormi. No outro dia eu bebi.
Me lembro de acordar cedo, me perguntar que dia é hoje. Sexta-feira. Me lembro de pensar em mil coisas. Me lembro de escrever, qualquer coisa, já faz tanto tempo. A primeira palavra: você. O único “você” pra quem escrevo é você. Agora me sinto péssima. Vou te enviar isso e logo depois me arrepender. Mas eu me lembro do quanto me arrependo quando o assunto é você. Me lembro de ter me acostumado. Aliás, também me acostumo muito quando se trata de você.
Porém, quando Deus, o nosso Salvador, mostrou a sua bondade e o seu amor por todos, Ele nos salvou porque teve compaixão de nós, e não porque nós tivemos feito alguma coisa boa. Ele nos salvou por meio do Espírito Santo, que nos lavou, fazendo com que nascêssemos de novo e dando-nos uma nova vida.
O amor tem nomes diferente. O amor tem o nome de quem você ama. Júlia. Felipe. Amélia. E é assim porque não da para dizer o que é o amor, não da para explicar o amor, por isso que quando somos questionados sobre o que é o amor, nós só conseguimos pensar no nome de quem amamos. Quem amamos é a mais pura, sincera e verdadeira representação e explicação do amor.
-eusouaana
O compromisso irrevogável com qualquer religião não é só um suicídio intelectual: é também uma profunda falta de fé, pois fecha a mente a qualquer novo enfoque sobre o mundo. No sentido de que a fé é uma abertura: um ato de confiança para o desconhecido. […] Uma vez, um fervoroso testemunha de Jeová tentou me convencer que só um Deus de amor faria um livro como a bíblia para a humanidade, um texto confiável, infalível e sem dúvidas sobre quais são as condutas certas a seguir. Respondi a ele que nenhum Deus teria tão pouca consideração destruindo assim a mente humana, convertendo-a em algo tão rígido e inadaptável, para que um só livro responda a todas as suas questões. Pois a graça das palavras reside no fato que apontam para além de si mesmas, para um mundo de vida e experiência que não consiste em meras palavras, e nem mesmo em ideias. Do mesmo modo que dinheiro não é a verdadeira riqueza consumível, os livros não são a vida. Idolatrar escrituras é como ingerir notas de banco na tentativa de ficar rico.
Allan Watts
I think everything in life is art. What you do. How you dress. The way you love someone, and how you talk. Your smile and your personality. What you believe in, and all your dreams. The way you drink your tea. How you decorate your home. Or party. Your grocery list. The food you make. How your writing looks. And the way you feel. Life is art.

